terça-feira, 16 de abril de 2013

Sao Paulo x Atletico-MG - 5 e ultima rodada

Todo mundo sabe que Sao Paulo nao vem apresentando um bom futebl na Libertadores desse ano, como vem mostrando garra no Paulista, afinal, Sao Paulo e o finalist do Paulistao.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Pelo tetra: brasileiros buscam feito inédito na Taça Libertadores


Pelo tetra: brasileiros buscam feito inédito na Taça Libertadores


Começa nesta terça-feira a fase de grupos da Libertadores da América. E o início da competição traz a reboque a possibilidade de o futebol brasileiro alcançar um feito inédito nela: emendar quatro títulos. Campeão com o Inter em 2010, com o Santos em 2011 e com o Corinthians em 2012, o Brasil busca seu primeiro tetra no principal campeonato da América do Sul. É um reflexo da soberania que o país passou a ter nos últimos anos no torneio.
O Brasil colocou pelo menos um clube em todas as oito últimas decisões da Libertadores. São dez finais em 11 anos - a exceção foi 2004, quando o Once Caldas, da Colômbia, bateu o Boca Juniors, da Argentina. Aumentando um pouco o leque, a presença verde-amarela em decisões se torna ainda mais forte: 18 vezes em 21 anos, desde 1992.
A trinca atual não é inédita. Em 1997-98-99, com Cruzeiro, Vasco e Palmeiras, o país já deu sinais de comando. Só não foi tetra porque o Verdão perdeu a final de 2000 nos pênaltis para o Boca Juniors. A chance reaparece agora.
É um feito que a Argentina já alcançou. E duas vezes. Primeiro de 1967 a 1970, com um título do Racing e três do Estudiantes. E depois com a impressionante sequência de quatro conquistas do Independiente, de 1972 a 1975. O clube de Avellaneda é o maior vencedor da Libertadores. Tem sete títulos. Com isso, alavanca a superioridade de troféus do país vizinho. São 22 conquistas, contra 16 do Brasil, oito do Uruguai, três do Paraguai, duas da Colômbia e uma para Chile e Equador. Peruanos, mexicanos, venezuelanos e bolivianos jamais venceram o torneio.
O Brasil vem crescendo. De suas 16 conquistas, 11 ocorreram nas duas últimas décadas. Nesse período, o país começou a colocar alguns de seus clubes como protagonistas da disputa. É o caso do São Paulo, tricampeão em 1992, 1993 e 2005. E também do Inter, ganhador em 2006 e 2010, mas ausente neste ano. Na primeira conquista dos gaúchos, o técnico era Abel Braga, que agora tenta repetir a façanha pelo Fluminense. Diante do crescimento brasileiro na competição, o treinador aposta em mais uma conquista do país.
- Isso (superioridade recente do Brasil na Libertadores) reflete algumas mudanças das duas últimas décadas. Os jogadores brasileiros iam muito mais para a Europa do que os argentinos. E assim eles tinham equipes mais fortes do que as nossas. Agora isso inverteu. Há uma supremacia maior do futebol brasileiro. A Libertadores é sempre difícil e complicada. Mas tenho o sentimento de que neste ano ela ficará novamente no Brasil - disse o treinador.
O Brasil é o país com mais representantes na edição de 2013. São seis: o Corinthians, atual campeão, o Palmeiras, vencedor da Copa do Brasil, mais os quatro que se classificaram via Campeonato Brasileiro - Fluminense, Atlético-MG, Grêmio e São Paulo (também vencedor da Sul-Americana). Os dois últimos passaram antes pela pré-Libertadores. O Tricolor gaúcho sofreu para eliminar a LDU, do Equador. Teve que recorrer aos pênaltis (recorde no vídeo ao lado). Já os paulistas passaram sem sobressaltos pelo Bolívar, da Bolívia (veja no vídeo abaixo).
A presença frequente de brasileiros em finais e os repetidos títulos nos últimos anos indicam que as equipes do país passaram a valorizar a competição e começaram a saber como encará-la. Elano, meia do Grêmio, campeão com o Santos em 2011, diz que os jogadores brasileiros entraram no clima da disputa. Assim, competem em pé de igualdade com argentinos e uruguaios em espírito de disputa. A exemplo de Abel Braga, ele aposta em mais um título para o Brasil.
- Acho que a conquista será de brasileiro mais uma vez. Os times do país conseguiram igualar o espírito dos concorrentes. Aprendemos a jogar fora de casa, especialmente. A Libertadores se ganha ficando vivo fora e confirmando em casa. A conquista com o Santos foi assim, a última do Corinthians da mesma forma. O Grêmio fez isso muito bem em 1995, com o time do Felipão. Começamos bem com a LDU...
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Sorteio junta brasileiros e forma grupos de peso
O sorteio dos enfrentamentos da pré-Libertadores acabou amontoando quatro brasileiros em duas chaves. Atlético-MG e São Paulo estão no Grupo 3, ao lado do Arsenal, da Argentina, e do The Strongest, da Bolívia. Mineiros e paulistas já se enfrentam nesta quarta-feira, às 22h, no Independência, em Belo Horizonte. Fluminense e Grêmio também compartilham um grupo, o 8, ao lado de Caracas, da Venezuela, e Huachipato, do Chile. O clube carioca vai à terra de Hugo Chávez nesta quarta-feira. Já os gaúchos recebem os chilenos na quinta.
Palmeiras e Corinthians estão em chaves sem brasileiros. O Verdão estreia nesta quinta-feira no Grupo B. Recebe o Sporting Cristal, do Peru, em quadrangular que também tem o Libertad, do Paraguai, e o Tigre, da Argentina. Já o Timão, no Grupo 5, terá que viajar continente afora para encarar o Millonarios, da Colômbia, o San José, da Bolívia, e o Tijuana, do México. A estreia é na semana que vem, diante dos bolivianos.
Mas o perigo está espalhado também pelas outras chaves. Nos grupos sem brasileiros, estão equipes acostumadas a disputar a Libertadores. E a vencê-la. Ali estão 18 títulos da Libertadores.
Detalhe: nove deles residem no Grupo A, com as presenças do Boca Juniors, hexacampeão, e dos uruguaios do Nacional, tricampeões. A chave ainda tem o Barcelona, do Equador, duas vezes vice, e o Toluca, do México. Outro grupo de respeito é o 4, com o Peñarol, cinco vezes vencedor do torneio, o Vélez Sarsfield, ganhador em 1994, e o Emelec, presença quase obrigatória na competição - mas raramente com sucesso. O novato Deportes Iquique, do Chile, fecha a chave.
No Grupo 7, está o Olimpia, do Paraguai, que tenta se recuperar do trauma da eliminação precoce no ano passado. Uma derrota em casa para o Emelec, por 3 a 2, com gol no último minuto, eliminou a equipe de Assunção ainda na primeira fase - e também derrubou o Flamengo. Tricampeões, os paraguaios agora disputam classificação com adversários complicados: o Newell's Old Boys, da Argentina, e o Universidad de Chile, além do Deportivo Lara, da Venezuela.
Apenas o Grupo 6 não tem qualquer equipe ganhadora da Libertadores. Parece ser a chave mais frágil. A experiência fica a cargo do Cerro Porteño, do Paraguai, acompanhado por Deportes Tolima e e Santa Fé, da Colômbia, e Real Garcilaso, do Peru.
Vigilância aumenta, e torneio tem primeiros julgamentos
(Clique na imagem para ampliá-la)
Os tempos de Libertadores como terra de ninguém vêm ficando um pouco mais distantes. E a Conmebol promete fechar o cerco para os episódios de violência na competição, marcada por repetidos casos de pancadaria em campo, chuva de objetos arremessados por torcedores contra jogadores adversários, policiamento quase nulo para a torcida visitante e falta de estrutura nos estádios.
A entidade criou uma espécie de comitê, com um representante de cada país participante da competição, para analisar questões disciplinares, inclusive extracampo. Mas uma das mudanças, que já representa uma pequena revolução, é focada nas quatro linhas. A partir deste ano, os atletas serão suspensos ao receber o terceiro cartão amarelo. Antes, os clubes pagavam uma multa.
Foi criado um código disciplinar. Nele, são prometidas penas pesadas, incluindo interdição do estádio, perda de pontos e até eliminação da competição para episódios como invasão de campo ou arremesso de objetos no gramado. A suspensão a atletas também entra em novo patamar. Pode chegar a dez partidas, no caso de agressão a alguma autoridade do jogo.

E os primeiros episódios já aconteceram. Erick Torres, assistente técnico do César Vallejo, do Peru, pegou quatro jogos de suspensão e levou uma multa de quase R$ 4 mil por insultar o árbitro na partida contra o Tolima, da Colômbia, na pré-Libertadores. E o Grêmio foi obrigado a fechar a área da Geral na Arena depois de torcedores se ferirem durante realização da avalanche contra a LDU - a grade de proteção cedeu. O clube também terá que pagar uma multa de quase R$ 70 mil.
*Colaboraram Edgard Maciel de Sá e Hector Werlang.
*Com informações do site do site GE.
Na próxima notícia, você saberá tudo sobre os times da Libertadores.



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Fatos do Jogo Cerro Porteño 0x1 Garcilaso - Grupo 6

Alinhamentos

Diego Barreto, Paul Ambrossi (Romero m19 ST), Gonzalo Viera, Williams Martínez, Luis Cardozo, Fidencia Oviedo, Carlos Bonet, Julio Dos Santos, Santiago Salcedo (Lopez m13 ST), Jonathan Fabbro (Rojas M34 ST) Roberto Nanni. 
Técnico: Jorge Fossati. 
Substitutos: Roberto Fernandez, Victor Marecos, Edison Torres, Mathias Corujo, Oscar Romero, Jorge Rojas, Hernán López. 

REAL Garcilaso: Diego Carranza, Joel Herrera, Luis Guadalupe, Rolando Bogado, Ivan Santillan, Oscar Gamarra (Salazar ST m18), Edwin Retamozo, Cesar Ortiz (M43 Lojas ST), Christian Vildoso, Fabio Ramos (m32 Ramúa ST), Victor Ferreyra. Técnico: Freddy Garcia. Subs: John Pretel, Juan Lojas, Jaime Huerta, Edgar Acosta, Alfredo Ramúa, Yoshiro Salazar, Mauricio Montes. 
CARTÕES Cerro Porteno: 
Amarelo: Nanni 
Garcilaso REAL:Amarelo: Gamarra, Ortiz.

Resultado Final: Real Garcilaso vence Cerro Porteño por 1x0 

Real Garcilaso bate Cerro Porteño, e Tolima empata clássico com Santa Fé.

Time peruano faz 1 a 0 no Paraguai e encosta no ex-algoz colombiano do Corinthians, que ficou no 1 a 1 fora de casa e segue como líder do Grupo 6

Mesmo jogando em casa, o Cerro Porteño foi surpreendido e chegou a segunda derrota no Grupo da Taça Libertadores da América. O time paraguaio foi superado pelo Real Garcilaso por 1 a 0 já no fim da partida, com gol de Alfredo Ramúa, aos 42 minutos do segundo tempo. A equipe peruana somou quatro pontos e encostou no líder Tolima, antigo algoz do Corinthians, que eliminou os brasileiros na pré-Libertadores de 2011. O clube colombiano disputou o clássico contra o Santa Fé, na casa do rival, e arrancou um empate por 1 a 1 que o manteve no topo da chave, também com quatro pontos, mas com um gol a mais de saldo (foram três marcados contra dois dos peruanos).

A próxima rodada colocará frente a frente os dois primeiros colocados da chave: o Real Garcilaso visita o Tolima na próxima terça-feira, às 21h15m (de Brasília). Já o Cerro Porteño volta a jogar em seu estádio, quando enfrentará o Santa Fé no dia 7 de março, às 19h15m.

No Paraguai, o Cerro Porteño teve amplo domínio do confronto, mas não conseguiu traduzir a superioridade em gols. Só no primeiro tempo, foram nove finalizações contra apenas uma dos visitantes, que se contentavam em defender. Mas na segunda etapa, os peruanos passaram a arriscar mais, tornando possível uma vitória. E foi através de um contra-ataque que o Garcilaso chegou ao gol da vitória. Salazar recebeu na área, chutou cruzado, o goleiro Barreto não segurou e Alfredo Ramúa completou para o gol vazio, aos 42 minutos.
Já no clássico colombiano, o jogo começou movimentado, e os dois gols do duelo saíram nos primeiros 15 minutos. Os visitantes saíram na frente logo aos quatro minutos, em uma falha da defesa do Santa Fé. Carlos Andrade aproveitou o erro de marcação e abriu o placar. Só que os donos da casa não demoraram a deixar tudo igual de novo. Aos 15, em cobrança de falta, Jhon Valencia venceu o goleiro Antony Silva. A partida seguiu pegada dois dois lados até o fim, mas a bola não balançou mais as redes.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Jogão em Bogotá


Escalação
Santa Fé - 
Camilo Vargas
Humberto Mendoza / Marino Garcia - Amarelo (38/1T )
Carlos Valdés - 1 Gol (14/1T)
F. Meza Palmas
Yulian Anchico
John Valencia
Daniel Torres
Luis Carlos Arias / Jeferson Cuero (34/2T)
Omar Perez
C. Martínez Borja / Didier Moreno (34/2T)
Wilder Medina
Tolima
Antony Silva
Sergio Otalvaro - Amarelo (15/2T)
Davinson Monsalve
John Valencia
F. Noguera Collante
David Silva
Bréiner Belalcázar - Amarelo (34/1T)
Roberto Merino / Mike Campaz (18/1T)
Yimmy Chara
A. Andrade Torres - 1 Gol (4/1T)
Rogerio Leichtweis

Os velhos rivais no campeonato Colombiano Independiente, Deportes Tolima e Santa Fé, jogado em 'El Campin' pela primeira vez na história da Copa Libertadores da Bridgestone em jogo programado para o grupo 6.
O local, que trouxe um ponto valioso em sua visita a Garcilaso Real com um empate 1-1 e que o visitante que venceu Cerro Porteno 2-1, têm a capacidade de encontrar a melhor posição de seu grupo, à frente do nocaute fim.
Santa Fe, que veio para o torneio pela sétima vez, tem enfrentado suas próprias equipes da liga desde 1967 com uma campanha que é sintetizado em três vitórias, dois empates e uma derrota em seis partidas.
Em 1967, o Grupo 2, conquistou duas vitórias sobre o Independiente Medellín, em Bogotá 2-0 marcador em 19 de Fevereiro e 4-0 em Medellín em 24 de maio. Em 1972, o Grupo 1, empatou 1-1 com o Atlético Nacional, em Bogotá, em 16 de fevereiro e na volta, em Medellín, venceu por 1-0. Em 1976, como um membro do Grupo 4, confrontado com Millonarios parciais 1-1. Em 1980, perdeu por 1-0 para a América, em Cali, em 12 de março, com a equipe que empatou 1-1 em Bogotá.
Como a casa de seus compatriotas, o Independiente Santa Fe está invicto: duas vitórias e um empate em três apresentações, enquanto seu rival, Deportes Tolima, diz uma campanha contra menores irregulares suas equipes de campeonato: uma vitória, uma derrota e dois desenha o resumo.
Em 1982, em sua estréia, marcou uma vitória e um par com o Atlético Nacional. Eu goleou por 3-0, em Medellín em 24 de março e empatamos em 0x0 Ibagué 14 de abril em Grupo 4 jogos. Em 1983 empatou 1-1 com a América de Cali, em Cali partida realizada em 16 de março pela caixa Grupo 3, que caiu por 2-0, em Ibagué em 13 de abril do mesmo ano.
O painel será composto da partida: Adrian Velez central de Humberto Clavijo e Cristian de La Cruz, os juízes assistentes, todos de nacionalidade colombiana.